Sentir-se sozinha mesmo junto de tantas outras pessoas, chamar a saudade de solidão só pra fingir pra si mesma que não pensa mais nele.
Confiei tanto, quis tanto e fiz tanto. No final não deu certo. Não tem muito mais pra ser pensado, a questão é que não deu certo. E mais: que isso é normal.
Eu, como sempre, me perdi no meio da história e chorei surpresa com o final.
Acabou.
Agora sou eu quem digo, em meio à lagrimas e ainda atordoada. Eu digo pra mim mesma, porque quem disse que não queria mais aquilo tudo foi você, há um mês atrás.
A decisão de não aceitar nada menos do que o que eu mereço foi tomada ontem, e hoje mesmo já me sinto destruída e querendo voltar atrás, tentando achar desculpas para os seus erros. É que às vezes, tomados pela saudade, esquecemos tudo de ruim de alguém.
Eu sei, não serão os melhores tempos da minha vida, muito menos os mais fáceis. Eu vou sentir saudade (pra não dizer que já estou te querendo), vou desanimar, surtar, reclamar e escrever inúmeros textos sobre a minha vontade de ouvir Cícero no carro contigo.
Guardarei essa paixão e minhas vontades numa caixinha, se um dia você tiver certeza que pode abri-la sem rasga-la, sinta-se à vontade. E se um dia por acaso abrir e não encontrar nada, saiba que ou alguém encontrou antes ou o conteúdo dela voou com o tempo.
O amor continua aqui, esse não some, não passa pra outra pessoa e não muda, por tanto ainda estarei aqui como boa amiga que sempre fui.
Não nego, eu te amo e te quero. E também não nego, por enquanto é melhor que eu leve tudo de mim.
sábado, 24 de outubro de 2015
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
It's the hardest thing I've ever had to do
Banho tomado, ansiedade visível.
Ela se preparou, lavou o corpo e a alma pra tentar manter a calma. Ela se decidiu (finalmente) e vai dar um basta em tudo. Assim ela deseja fazer.
Pequena garota dos cabelos cacheados, sonhou um mundo e agora aceita com coragem a decepção. Ela entendeu depois de muito tempo que não tem porquê ficar machucando seu próprio coração, percebeu mergulhada num rio de lágrimas que só ela mesma poderia mudar aquela situação.
É nesse mesmo rio que ela agora nada, procurando terra firme. É exatamente isso que ela quer e precisa, terra firme... Pois então moço, se não é para a areia que você pretende levá-la, não a deixe subir no seu barco, continue sua jornada e deixe que ela nade até a felicidade.
Foram madrugadas mal dormidas e dias inteiros pensando só nisso, no que fazer. Ela concluiu o que é certo, mas está sendo difícil pensar no que falar dentro de algumas horas, já que a única coisa que ela consegue pensar é se seria muito errado beija-lo.
Mas no fundo, aqueles cachinhos ruivos sabem que está proibido desistir da partida agora. Tá proibido se entregar. Tá proibido continuar se enganando. Tá proibido não se valorizar. Tá proibido negar a felicidade à si mesma.
A moça está adorando o fato de ter finalmente tomado uma decisão, de estar sendo corajosa e reconhecendo que ela vale mais que tudo aquilo, que ela merece mais.
Todos nós sabemos que essa coragem vai tentar se esconder atrás dos móveis, como criança com medo da visita, assim que ele bater em sua porta. E quando isso acontecer, mantenha-se forte e lembre-se de todo o mal que essa história tem feito na sua vida. Arraste os móveis, corra atrás dessa coragem, beba amor próprio assim que ouvir o carro dele estacionando na sua rua.
Você deve achar que não, mas sim, você tem controle sobre si mesma. Aguente.
Não vejo forma melhor de finalizar esse texto, se não com duas frases de uma música chamada Amianto.
"A vida é como mãe que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais, pois sabe que faz bem", não se preocupe querida, "tudo bem, nem sempre estamos na melhor".
Ela se preparou, lavou o corpo e a alma pra tentar manter a calma. Ela se decidiu (finalmente) e vai dar um basta em tudo. Assim ela deseja fazer.
Pequena garota dos cabelos cacheados, sonhou um mundo e agora aceita com coragem a decepção. Ela entendeu depois de muito tempo que não tem porquê ficar machucando seu próprio coração, percebeu mergulhada num rio de lágrimas que só ela mesma poderia mudar aquela situação.
É nesse mesmo rio que ela agora nada, procurando terra firme. É exatamente isso que ela quer e precisa, terra firme... Pois então moço, se não é para a areia que você pretende levá-la, não a deixe subir no seu barco, continue sua jornada e deixe que ela nade até a felicidade.
Foram madrugadas mal dormidas e dias inteiros pensando só nisso, no que fazer. Ela concluiu o que é certo, mas está sendo difícil pensar no que falar dentro de algumas horas, já que a única coisa que ela consegue pensar é se seria muito errado beija-lo.
Mas no fundo, aqueles cachinhos ruivos sabem que está proibido desistir da partida agora. Tá proibido se entregar. Tá proibido continuar se enganando. Tá proibido não se valorizar. Tá proibido negar a felicidade à si mesma.
A moça está adorando o fato de ter finalmente tomado uma decisão, de estar sendo corajosa e reconhecendo que ela vale mais que tudo aquilo, que ela merece mais.
Todos nós sabemos que essa coragem vai tentar se esconder atrás dos móveis, como criança com medo da visita, assim que ele bater em sua porta. E quando isso acontecer, mantenha-se forte e lembre-se de todo o mal que essa história tem feito na sua vida. Arraste os móveis, corra atrás dessa coragem, beba amor próprio assim que ouvir o carro dele estacionando na sua rua.
Você deve achar que não, mas sim, você tem controle sobre si mesma. Aguente.
Não vejo forma melhor de finalizar esse texto, se não com duas frases de uma música chamada Amianto.
"A vida é como mãe que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais, pois sabe que faz bem", não se preocupe querida, "tudo bem, nem sempre estamos na melhor".
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